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Em mais uma participação do engenheiro Crescêncio Petrucci no SIMBRIE, Simpósio Brasileiro da Indústria de Esquadrias, ele apresenta o tema Fachada Cortina com a apresentação de diversos empreendimentos significativos e históricos no setor.

Sua participação inicia com a apresentação de uma data emblemática para o mercado mundial, o ano de 1918, que segundo o mercado americano, foi quando o primeiro prédio de fachada cortina foi feito, na cidade de São Francisco, na Califórnia. 

Nesta edição do evento, Crescêncio falou de empreendimentos significativos para esse segmento de fachada cortina, e mostrou algumas características deste tipo de projeto e como eles surgiram, bem como sua evolução de 1959 a 2021.

O Barão de Iguape

O primeiro empreendimento apresentado é o edifício Barão de Iguape, considerado por muitos o primeiro empreendimento de fachada cortina no Brasil, com projeto de 1956, e inaugurado em 1959, cujo projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Jacques Pilon e Gian Carlo Gasperini, este último um dos co-fundadores de um escritório de arquitetura bastante importante a nível nacional e internacional, Croce, Aflalo & Gasperini, que a partir desse projeto inaugura o que começa no Brasil – influenciado pela arquitetura modernista da época – a ser considerado o primeiro empreendimento com fachada cortina.

Edifício Barão de Iguape

    Ao apresentar o projeto do edifício Barão de Iguape comenta que é possível perceber as colunas da fachada são externas. Esse empreendimento foi por um período a sede do banco Moreira Salles, e o primeiro grande arranha-céu da cidade de São Paulo.

Detalhe da fachada do edifício Barão de Iguape

    Para se ter uma ideia do contexto histórico deste empreendimento – comenta Crescêncio Petrucci – em 1952 a sede da ONU foi inaugurada, apenas sete anos antes do Barão de Iguape, e foi o primeiro arranha-céu com fachada cortina nos Estados Unidos. O prédio está localizado na cidade de New York, em Manhattan, e contou com a participação de arquitetos de diversos países, e tem a influência dos trabalhos apresentados pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. 

Sede da ONU em Nova York

    A palestra de Crescêncio Petrucci continua falando acerca de mais três edifícios importantes para a arquitetura brasileira, cuja apresentação transcrevemos na próxima postagem do blog.

Em breve mais postagens dessa serie